Causos BAMIN

Causos BAMIN

Muitas pessoas têm o sonho de voar. Alguns, de maneira mais comum, como passageiro de avião, outros, pilotando o próprio avião. Esse era o sonho do Lucas Mira, Coordenador de Manutenção da Mina Pedra de Ferro. Desde pequeno, ele sempre quis ser piloto, porém, acabou prestando vestibular para engenharia elétrica, mas o sonho nunca morreu.

Aos 29 anos, Lucas comprou o seu primeiro avião de pequeno porte. “Foi engraçado porque eu tinha carteira de piloto, mas não tinha a prática. Vi um anúncio de um avião na internet, comprei e contratei um piloto para voltar com ele. Cerca de 15 dias depois, o piloto contratado veio com avião e ficou dois dias para me ensinar a usar aquele equipamento. Foi muito bacana quando o avião chegou, eu voava direto”, comenta Lucas.

Ele ficou bastante conhecido pelos profissionais da Mina por sobrevoar com o “borboletinha”, gíria da aviação para esse tipo de avião, e de levar algumas pessoas para terem, muitas vezes, a sua primeira experiência viajando de avião pela região junto com ele. “Eu gosto de proporcionar essa experiência para as pessoas que não puderam ainda fazer um voo de avião, é muito gratificante”, completa Lucas.

Ele, inclusive, aproveita as horas vagas para sobrevoar a mina, com alguns colegas da BAMIN que acompanham seus passeios para apreciarem a vista do local de trabalho.

O apego com o avião também é notável, Lucas faz a manutenção do próprio avião, quando são pequenos reparos, e mantém ele com todos os certificados e atualizações necessárias, para garantir a segurança dos voos.

Ele também faz parte de uma comunidade de pilotos da região que, juntos, fazem algumas ações para comunidades carentes, como levar cestas básicas e fazer voos com os moradores.

Uma das ações que ele mais se orgulha de ter participado foi uma vaquinha realizada para um garoto da cidade de Guanambi – BA. Ele tinha o sonho de ser piloto, mas a família não tinha condições de pagar pelo curso. Com o apoio de outros pilotos e de empresários da região, eles conseguiram arrecadar o valor necessário para que o garoto conseguisse realizar o curso e tirar a sua credencial de piloto. Hoje, o rapaz é comandante executivo de jato em Brasília.

Ah, e de tanto estranharem o nome, o “Borboletinha” ganhou outro nome. Agora, ele é o “Carcará do Sertão”.

E aí, gostou da história? Conhece alguma que tem algum “causo” interessante para contar para a BAMIN? Entre em contato com a comunicação e conte sua história!


Publicado em: 24/11/2023