Dia Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente

Em 5 de junho de 1972, em Estocolmo, Suécia, ocorreu a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano, marcando o início de um marco significativo para a conscientização ambiental global. Desde então, essa data é celebrada anualmente como o Dia Mundial do Meio Ambiente pela ONU.

Quando discutimos mudanças climáticas, conservação ambiental e as consequências das atividades humanas para o meio ambiente, é comum também mencionarmos os termos aquecimento global e efeito estufa.

Enquanto algumas regiões enfrentam períodos prolongados de seca, outras sofrem com chuvas intensas e enchentes. Essas mudanças afetam diretamente atividades econômicas fundamentais, como agricultura, pecuária, indústria e serviços.

Com os avanços científicos sobre mudanças climáticas, esse assunto vem ganhando destaque nas discussões sobre conservação de recursos naturais. É importante que os esforços sejam coletivos, não apenas individuais. Esse desafio é compartilhado e os problemas causados pelas mudanças climáticas ultrapassam fronteiras.

As atividades de reflorestamento desempenham um papel importante no combate ao aumento do efeito estufa, promovendo a remoção ou sequestro de CO2 da atmosfera.

A BAMIN, em sua atuação, tem como objetivo transformar e desenvolver os territórios onde atua, comprometendo-se com o meio ambiente e a integração social. Um dos projetos realizados é voltado para o reflorestamento de Mata Atlântica, especificamente no território onde está sendo implantado o Porto Sul.

A meta da BAMIN é realizar a compensação florestal de cerca de 347 hectares, focando na proteção de nascentes e restauração de áreas da APA Lagoa Encantada e Rio Almada. Até o momento, já foram reflorestados aproximadamente 25 hectares em matas ciliares, incluindo 19 nascentes, com o plantio de mais de 20 mil mudas de mais de 65 espécies nativas.

Além disso, o Centro Ambiental Porto Sul – BAMIN possui um viveiro que cultiva mais de 200 espécies nativas da Mata Atlântica, a exemplo Jacarandá, Pau-Brasil, Cedro, jequitibá, Ipê, Jacarandá, Cajá, entre outras, para apoiar o programa de compensação florestal. Até o momento, foram produzidas mais de 90 mil mudas, destacando ações de doação de cerca de 17 mil mudas para ações de educação ambiental e restauração florestal no território.

Destaca-se também a valorização da mão-de-obra local, com 70% da equipe de reflorestamento composta por profissionais residentes nas áreas de atuação do programa. Isso não apenas gera renda para famílias locais, mas também promove a conscientização ambiental das comunidades próximas ao entorno do empreendimento.

Por isso, é importante abordar, não apenas nesta data, mas diariamente a partir de agora, os impactos das mudanças climáticas na terra e apresentar estratégias, corresponsabilidades e práticas de restauração e conservação, com intuito de inspirar ações coletivas e individuais, visando um futuro mais resiliente e sustentável para as gerações presentes e futuras.

Por: Bárbara Buss, Analista de Meio Ambiente da BAMIN, Bióloga e Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente


Publicado em: 05/06/2024