De Minas à Bahia: a festa que nos une

O Carnaval está chegando e, para muitos, essa é a época mais esperada do ano. Seja nos blocos de rua, nos trios elétricos ou nos camarotes, essa festa é sinônimo de alegria e celebração. Assim como o Carnaval aproxima pessoas de diferentes lugares e culturas, a BAMIN, que em breve completa 20 anos, também é um ponto de encontro entre pessoas de vários estados brasileiros. Entre esses encontros, o elo entre baianos e mineiros se destaca.

A empresa nasceu na Bahia, mas sua presença se estende até Belo Horizonte, onde mantém escritório e conta com muitos mineiros em seu time. Essa mistura de sotaques e histórias reflete o que acontece na região de divisa entre os dois estados, onde as conexões culturais são tão fortes que surgiu até um termo especial: baianeiros. Quem vive nesses lugares sabe bem como os costumes se misturam, seja no jeito de falar, na comida ou, claro, na forma de festejar.

E se a Bahia se consolida cada vez mais no setor da mineração, Minas Gerais tem outro grande crescimento para comemorar: o Carnaval. Enquanto o estado baiano se firma entre os principais produtores minerais do país, Belo Horizonte viu sua festa ganhar força nos últimos anos, transformando-se de uma cidade esvaziada durante o feriado em um dos maiores carnavais do Brasil. Quem viveu essa mudança foi Sandra Barroca, Gerente de Comunicação da BAMIN, que nasceu em Minas, hoje mora em Salvador e já curtiu o Carnaval nos dois estados.

“Quando eu era criança, o Carnaval em BH era só em clube, a cidade ficava completamente vazia. O primeiro bloco que eu vi sair foi a Banda Mole, no sábado antes do Carnaval, porque no feriado mesmo não tinha ninguém na cidade para acompanhar”, relembra Sandra. Segundo ela, a partir de 2010, a população começou a se organizar pelas redes sociais, criando bloquinhos de rua. “A festa cresceu tanto que a prefeitura precisou intervir, porque no início era desorganizado, com trânsito parado, poucos banheiros químicos e estrutura improvisada”. Hoje, os blocos ocupam as ruas e muitos mineiros passaram a ficar na cidade durante o feriado, inclusive ela, quando morava na capital mineira. “Sempre aproveitei e meus filhos sempre participaram comigo, desde pequenininhos”.

Já Rodrigo Issa, especialista em comunicação e eventos da BAMIN, teve uma trajetória diferente mas igualmente marcada pelo Carnaval. Baiano, ele cresceu vendo o bloco “Os Internacionais” desfilar, fundado por seu pai e um grupo de amigos no bairro Santo Antônio Além do Carmo. Criado em 1962, o bloco ficou famoso pelas fantasias coloridas e bem elaboradas, que encantavam quem assistia ao desfile. “Meu pai fundou o bloco com um grupo de amigos, e eu ficava esperando ele passar na avenida com minha mãe. Além disso, também curtia os bailes de Carnaval nos clubes da cidade”, conta.

A paixão pela festa só cresceu com o tempo. Na juventude, ele trabalhou como comissário nos blocos Cheiro de Amor e Cocobambu, duas referências do Carnaval baiano. Hoje, mantém a tradição de sair em bloco, mas também alterna entre camarotes e a pipoca. “E antes do Carnaval oficial, sempre aproveito os blocos de rua do Santo Antônio Além do Carmo”, diz.

Ao se mudar para Salvador, Sandra também precisou se adaptar à energia do Carnaval baiano. “Aqui é completamente diferente. O trio elétrico tem uma força que exige muito de quem acompanha na rua. Eu, que sempre fui foliã de bloquinhos, precisei encontrar um novo jeito de curtir”, explica. Sem encarar a pipoca, ela prefere aproveitar a festa das varandas dos camarotes, com visão privilegiada da folia. “Gosto de sentir a energia do povo. Meu negócio não é ficar trancada vendo show dentro do camarote não. O legal é ver a multidão e a festa acontecendo na rua”.

E assim como a Bahia cresce na mineração, Minas Gerais aumenta seu Carnaval. Nesse encontro, a BAMIN continua avançando, conectando pessoas e fortalecendo os laços entre esses dois estados. Seja nos trios elétricos de Salvador, nos blocos de Belo Horizonte ou nos encontros da vida profissional, o que importa é celebrar juntos. Afinal, na BAMIN, o espírito baianeiro vai além da folia – ele está presente no dia a dia de cada colaborador.

 

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