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De EPI ou de abadá, o negócio é se cuidar!

Seja em Salvador, Caetité, Jequié, Ilhéus ou Belo Horizonte, fevereiro é tempo de Carnaval! As ruas ganham cores, os trios e blocos arrastam multidões e a folia contagia. Mas, assim como na operação da BAMIN, segurança deve estar sempre em primeiro lugar. No bloco da prevenção, a regra é clara: cuidar de si e dos outros para garantir que a festa termine tão bem quanto começou.

Na operação ou na implantação, o capacete é item essencial. No Carnaval, troque-o pelo boné ou chapéu, adicione o protetor solar, mas não abra mão da proteção contra o sol. Se na mineração usamos botas para proteger os pés, na folia o ideal é um tênis confortável para aguentar o ritmo dos dias de festa.

A hidratação também é um ponto-chave. Se no dia a dia no escritório a pausa para o café é importante, no Carnaval a parada para um copo d’água é ainda mais essencial. Se for beber, intercalar bebidas alcoólicas com água ajuda a evitar a desidratação e garante energia para aproveitar cada momento de diversão com responsabilidade. Ah… E nada de misturar álcool com direção!

Por fim, o respeito ao limite do corpo é essencial. Assim como nos turnos da BAMIN, o descanso faz parte do equilíbrio para manter o rendimento. Entre um dia de folia e outro, um bom sono pode ser a chave para curtir mais e melhor e retornar depois da quarta-feira de cinzas só com boas histórias.

Neste Carnaval, leve com você o espírito de segurança que já faz parte dos nossos valores. A festa fica muito melhor quando todos aproveitam com consciência e bem-estar. Então, vista o seu melhor abadá, cuide-se e divirta-se! Afinal, seja na mineração ou na avenida, cuidar da saúde e segurança é sempre o melhor caminho.

Novos membros do Fórum de Acompanhamento Social Porto Sul se reúnem em Ilhéus, na última quarta (19)

O Fórum de Acompanhamento Social Porto Sul se reuniu na última quarta-feira (19), em Ilhéus, para apresentação dos 28 novos membros, escolhidos na eleição realizada em 30 de janeiro. A instância consultiva tem representação de setores organizados e poderes públicos das áreas de influência direta e indireta do Porto Sul.

Espaço para diálogo e troca de informações entre a comunidade e a BAMIN, o Fórum de Acompanhamento Social tem como objetivo acompanhar o andamento das obras e o cumprimento das recomendações estabelecidas na Licença de Implantação do Porto Sul. Foi criado em dezembro de 2022 para atender a uma condicionante do Programa de Comunicação e Interação Social (PICS) da empresa.

A atuação do Fórum é considerada de relevância pública e acontece mediante a realização de reuniões semestrais e extraordinárias. Os membros titulares e seus respectivos suplentes não são remunerados – de nenhuma forma – pelas atividades desenvolvidas.

Algumas vagas ainda sem ocupação, estão destinadas a representantes de municípios/setores que não participaram da votação, mas serão mobilizados e orientados a compor o grupo pela equipe do PCIS, durante as atividades volantes e Escritórios Itinerantes realizados nas comunidades.

“Com o Fórum de Acompanhamento Social, a BAMIN reafirma seu compromisso com a construção conjunta de soluções integradas na sua área de atuação, promovendo a transparência e o fortalecimento das comunidades no entorno do projeto”, afirmou o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 

Essa ação é uma medida exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

BAMIN promove encontro sobre Dia Nacional da Luta dos Povos Indígenas

A equipe de Relacionamento com Comunidades da BAMIN promoveu, na última quarta-feira (12), uma palestra sobre o Dia Nacional da Luta dos Povos Indígenas, com o representante da comunidade Tupinambá de Ilhéus, Cláudio Magalhães. O evento teve a participação de 40 colaboradores da empresa e foi realizado no escritório da BAMIN, no Porto Sul.

Ativista social e defensor da causa, Cláudio Magalhães foi o primeiro indígena a se tornar vereador na cidade. Durante a palestra, ele ensinou sobre a história dos indígenas Tupinambás, suas lutas e desafios, além de destacar as contribuições dos povos originários para o meio ambiente.

A ação integra o projeto Diálogo Semanal Ambiental, realizado quinzenalmente pela ISUS, em cumprimento das condicionantes do Programa de Educação Ambiental com Trabalhadores (PEAT).

“É uma oportunidade para refletir sobre a importância da diversidade cultural e da valorização da história desses povos e para mantermos sempre o diálogo aberto e um bom relacionamento com os Tupinambás”, defende o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 

Essa ação é uma medida exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

 

 

 

 

Projeto Gota a Gota propõe soluções sustentáveis para reutilização de água em Tanhaçu

Na quinta-feira (13), a comunidade de Ourives, em Tanhaçu, recebeu a apresentação do projeto Gota a Gota, vencedor do Lote 3 do programa Trilhos do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada por Ian Cruz, de 20 anos, propõe soluções para o tratamento e reaproveitamento de águas cinzas, visando enfrentar a escassez hídrica na região.

Águas cinzas são aquelas provenientes de pias, chuveiros, máquinas de lavar e outras atividades domésticas, exceto esgoto sanitário. Esse tipo de água pode ser tratada e reutilizada para fins como irrigação, descarga sanitária e limpeza, contribuindo para a economia de recursos hídricos.

Durante o evento, Ian destacou a importância do uso consciente da água e apresentou o protótipo do sistema que pode ser adotado na comunidade. O modelo desenvolvido prevê a filtragem e reutilização da água utilizada em atividades domésticas, reduzindo o desperdício e promovendo um consumo mais eficiente. Como parte da iniciativa, dois protótipos foram sorteados entre os moradores e serão financiados pela BAMIN, permitindo a aplicação prática da solução.

“O projeto Gota a Gota visa implementar ações de conscientização ambiental, como a descontaminação de nascentes e minadouros, em conjunto com a população local. Nosso objetivo é alertar produtores rurais e comunidades sobre a importância do uso responsável da água e da preservação dos recursos naturais. Além disso, queremos testar soluções sustentáveis, como sistemas de reaproveitamento de águas cinzas e fossas sépticas de evapotranspiração, promovendo alternativas viáveis para o tratamento de resíduos e a gestão eficiente da água”, explicou Ian Cruz.

Marcelo Dultra, gerente geral de Sustentabilidade da BAMIN, ressaltou o resultado positivo de projetos como este. “A escassez de água é um desafio global, e soluções como essa mostram como é possível pensar de forma sustentável e acessível, beneficiando diretamente as comunidades”, afirmou.

O programa Trilhos do Desenvolvimento está em fase de prototipação e busca viabilizar projetos voltados para desafios urbanos ao longo do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1). A iniciativa tem promovido testes e implementação de soluções inovadoras, com potencial de gerar resultados positivos para as pessoas.

 

Essa ação é uma medida exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

De Minas à Bahia: a festa que nos une

O Carnaval está chegando e, para muitos, essa é a época mais esperada do ano. Seja nos blocos de rua, nos trios elétricos ou nos camarotes, essa festa é sinônimo de alegria e celebração. Assim como o Carnaval aproxima pessoas de diferentes lugares e culturas, a BAMIN, que em breve completa 20 anos, também é um ponto de encontro entre pessoas de vários estados brasileiros. Entre esses encontros, o elo entre baianos e mineiros se destaca.

A empresa nasceu na Bahia, mas sua presença se estende até Belo Horizonte, onde mantém escritório e conta com muitos mineiros em seu time. Essa mistura de sotaques e histórias reflete o que acontece na região de divisa entre os dois estados, onde as conexões culturais são tão fortes que surgiu até um termo especial: baianeiros. Quem vive nesses lugares sabe bem como os costumes se misturam, seja no jeito de falar, na comida ou, claro, na forma de festejar.

E se a Bahia se consolida cada vez mais no setor da mineração, Minas Gerais tem outro grande crescimento para comemorar: o Carnaval. Enquanto o estado baiano se firma entre os principais produtores minerais do país, Belo Horizonte viu sua festa ganhar força nos últimos anos, transformando-se de uma cidade esvaziada durante o feriado em um dos maiores carnavais do Brasil. Quem viveu essa mudança foi Sandra Barroca, Gerente de Comunicação da BAMIN, que nasceu em Minas, hoje mora em Salvador e já curtiu o Carnaval nos dois estados.

“Quando eu era criança, o Carnaval em BH era só em clube, a cidade ficava completamente vazia. O primeiro bloco que eu vi sair foi a Banda Mole, no sábado antes do Carnaval, porque no feriado mesmo não tinha ninguém na cidade para acompanhar”, relembra Sandra. Segundo ela, a partir de 2010, a população começou a se organizar pelas redes sociais, criando bloquinhos de rua. “A festa cresceu tanto que a prefeitura precisou intervir, porque no início era desorganizado, com trânsito parado, poucos banheiros químicos e estrutura improvisada”. Hoje, os blocos ocupam as ruas e muitos mineiros passaram a ficar na cidade durante o feriado, inclusive ela, quando morava na capital mineira. “Sempre aproveitei e meus filhos sempre participaram comigo, desde pequenininhos”.

Já Rodrigo Issa, especialista em comunicação e eventos da BAMIN, teve uma trajetória diferente mas igualmente marcada pelo Carnaval. Baiano, ele cresceu vendo o bloco “Os Internacionais” desfilar, fundado por seu pai e um grupo de amigos no bairro Santo Antônio Além do Carmo. Criado em 1962, o bloco ficou famoso pelas fantasias coloridas e bem elaboradas, que encantavam quem assistia ao desfile. “Meu pai fundou o bloco com um grupo de amigos, e eu ficava esperando ele passar na avenida com minha mãe. Além disso, também curtia os bailes de Carnaval nos clubes da cidade”, conta.

A paixão pela festa só cresceu com o tempo. Na juventude, ele trabalhou como comissário nos blocos Cheiro de Amor e Cocobambu, duas referências do Carnaval baiano. Hoje, mantém a tradição de sair em bloco, mas também alterna entre camarotes e a pipoca. “E antes do Carnaval oficial, sempre aproveito os blocos de rua do Santo Antônio Além do Carmo”, diz.

Ao se mudar para Salvador, Sandra também precisou se adaptar à energia do Carnaval baiano. “Aqui é completamente diferente. O trio elétrico tem uma força que exige muito de quem acompanha na rua. Eu, que sempre fui foliã de bloquinhos, precisei encontrar um novo jeito de curtir”, explica. Sem encarar a pipoca, ela prefere aproveitar a festa das varandas dos camarotes, com visão privilegiada da folia. “Gosto de sentir a energia do povo. Meu negócio não é ficar trancada vendo show dentro do camarote não. O legal é ver a multidão e a festa acontecendo na rua”.

E assim como a Bahia cresce na mineração, Minas Gerais aumenta seu Carnaval. Nesse encontro, a BAMIN continua avançando, conectando pessoas e fortalecendo os laços entre esses dois estados. Seja nos trios elétricos de Salvador, nos blocos de Belo Horizonte ou nos encontros da vida profissional, o que importa é celebrar juntos. Afinal, na BAMIN, o espírito baianeiro vai além da folia – ele está presente no dia a dia de cada colaborador.

 

Armário Cultural da BAMIN disponibiliza livros e jogos educativos em lugares públicos de 16 comunidades de Ilhéus

A prática da leitura transforma vidas. Por esse motivo, a BAMIN criou, há quatro anos, o Armário Cultural, projeto com estantes repletas de livros e jogos educativos para o público infantil, espalhadas em espaços públicos de 16 comunidades da região de Ilhéus. A ação tem sido um sucesso e já beneficiou diretamente 450 pessoas.

Os armários ficam nas comunidades de Valão, Itariri (Badameiros), Barra, Lagoa Encantada, Urucutuca, Carobeira, Castelo Novo, Sambaituba, Aritaguá, Lava-Pés, Retiro, Vila Juerana, Vila Olímpio, Itariri e Mamoan. Neles, estão aproximadamente 1.700 itens, entre livros e jogos didáticos, fornecidos pela BAMIN. Periodicamente os armários passam por manutenção e têm os seus acervos revisados.

O conteúdo dos armários é definido de acordo com as necessidades apontadas em cada localidade, faixa etária do público-alvo e proposta da comunidade. Os títulos dos livros são selecionados por meio de curadoria literária, feita pela coordenação do Programa de Valorização da Cultura (PVC).

Na escolha do material didático, a BAMIN também prioriza conteúdo regional, com o objetivo de estimular o conhecimento da própria história das comunidades. São feitas buscas por meio de editoras e livrarias dentro das áreas de atuação da BAMIN, garantindo que os recursos empenhados sejam injetados na economia local.

Com os mesmos critérios, são escolhidos os jogos didáticos pedagógicos, que contribuem de forma lúdica para o desenvolvimento intelectual. E, sempre que há uma nova entrega de armário às comunidades, são realizadas dinâmicas culturais, como contação de histórias e pocket shows, com pequenas encenações teatrais de artistas da região.

“O Armário Cultural permite a democratização e ampliação do acesso à leitura e à educação. A ação vai muito além da entrega de livros, material didático e jogos educativos, pois propõe uma transformação de hábitos e valores de consumo consciente”, defende o coordenador de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

 Programa de Valorização da Cultura

O Programa de Valorização da Cultura (PVC) foi criado pela BAMIN no Porto Sul, com o objetivo de estimular a produção cultural da região, além de preservar as tradições locais. Nesse sentido, são realizadas diversas atividades, como mutirões de cultura, ações de incentivo à leitura e ao resgate das memórias culturais.

 

Essa ação é uma medida exigida como condicionante do licenciamento ambiental do Projeto Integrado da BAMIN, conforme regulamentação ambiental vigente. Porto Sul, registro nº 02001.003031/2009-84 | Licença de Instalação n.º 1362/2020, gerenciado pelo IBAMA e registro nº 2020.001.004926/LIC-04926 – portaria Nº 22.102/2021 /ANO BASE 2023, registrado pelo INEMA. Ferrovia de Integração Oeste-Leste registro nº 02001.021803/2021-56, gerenciado pelo IBAMA. 

BAMIN realiza Oficina de Biojoias para pescadores e marisqueiros da comunidade de Mamoan, em Ilhéus

A BAMIN realizou, nos dias 12 e 13, a primeira edição da Oficina de Biojoias na comunidade de Mamoan, em Ilhéus. Cerca de 25 pescadores e marisqueiros aprenderam a desenvolver acessórios de moda ecologicamente sustentáveis, utilizando materiais orgânicos, como resíduos da pesca, escamas de peixe, sementes e conchas. Todos os participantes receberam certificado de participação.

Além de contribuir para a preservação ambiental, a Oficina de Biojoias é importante por proporcionar para as famílias da comunidade de Mamoan a possibilidade de uma nova fonte de renda. A ação integra o rol de atividades formativas do Programa de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP) e foi realizada em duas etapas, contemplando o conhecimento técnico e o desenvolvimento prático da confecção. As peças desenvolvidas pelos alunos foram apresentadas ao final do evento de capacitação.

“A Oficina de Biojoias é uma ação que permite o empoderamento comunitário, fortalecendo a autoestima e a autonomia dos participantes, especialmente das mulheres, promovendo o empreendedorismo e a economia criativa”, comenta o gerente geral de Sustentabilidade da BAMIN, Marcelo Dultra.

Carnaval: Axé Music completa 40 anos arrastando a massa

O BAMIN em Ação desta semana chega em ritmo de música baiana. O nosso segundo texto da série especial sobre o Carnaval é uma homenagem ao Axé Music. O estilo musical completa, em 2025, quatro décadas de história, arrastando multidões em todas as festas do maior encontro popular do planeta.

O Axé Music é o pop da Bahia, com estrelas e canções que expressam a identidade baiana, combinando a percussão dos terreiros de Candomblé a outros gêneros musicais, como frevo, ijexá, reggae, samba, salsa, lambada e rock. Um ritmo complexo na formação, mas de fácil entendimento para quem o sente e dança. O marco inicial do axé foi com o LP Magia, de Luiz Caldas. Lançado em 1985, o álbum elevou a música popular do Carnaval baiano a um patamar antes não registrado no país, com o hit “Fricote” executado em todas as rádios e canais de televisão nacionais.

Luiz Caldas abria, assim, o caminho para o sucesso de uma turma que fervia no mesmo caldeirão cultural dos anos 80. Na época, o ritmo estava na boca e nos quadris dos baianos, mas não ultrapassava as barreiras fonográficas do estado. Nem mesmo se chamava assim: a alcunha “Axé Music” surgiria em 1987, de forma pejorativa, nas críticas do jornalista Hagamenon Brito aos artistas do estilo.

Nomes como Sarajane, Laurinha Arantes – ex-cantora do Cheiro de Amor e primeira mulher a puxar um trio elétrico –, Virgílio, Jota Morbeck, Gerônimo, Lui Muritiba, Zé Paulo, Marcionílio e a própria Daniela Mercury eram conhecidos apenas pelos foliões locais, em álbuns gravados na própria capital baiana, em sua maioria no Estúdio WR, do então produtor musical Wesley Rangel. Já se ouvia Chiclete com Banana, mas na voz de seu primeiro vocalista, o Missinho.

Também contribuiu para a cena musical do período um movimento de valorização da cultura afro-baiana, que resultou em clássicos como “Faraó”, do compositor Luciano Gomes, gravada por Margareth Menezes, Djalma Oliveira e Banda Reflexus. O grito de resistência e de combate ao racismo por meio da música era reforçado pelos blocos afro, como o Ilê Aiyê, o Muzenza, o Afoxé Badauê, o Araketu e o Olodum, de Neguinho do Samba – inventor do samba-reggae.

Outros artistas despontaram no cenário, renovando o gênero musical geração a geração: Banda Beijo, com Netinho; Asa de Águia, com Durval Lélys; Bell Marques à frente do Chiclete com Banana; Ricardo Chaves; Márcia Freire no Cheiro de Amor; e Bamdamel. Em 1992, Daniela Mercury estourou internacionalmente com o Canto da Cidade, inaugurando uma nova fase do Axé. No mesmo ano, a percussão inovadora e poderosa da Timbalada de Carlinhos Brown reforçou as raízes africanas do estilo. Mais à frente na linha do tempo, a voz grave e imponente da talentosa Ivete Sangalo daria fama nacional à Banda Eva, o mesmo grupo que depois revelaria o cantor Saulo para todo o país. Todos são músicos consagrados atualmente.

Ela cresceu com o Axé

Nascida em 1985, na cidade de Juazeiro, a gerente de Relações Institucionais da BAMIN, Larissa Souza, pode dizer que teve como trilha sonora de sua vida o Axé Music. “Sempre amei o estilo. Lembro de ouvir Luiz Caldas quando era pequena”, conta. De tão fã do gênero musical, pediu aos pais, como comemoração dos 10 anos de idade, uma festa de aniversário com show da banda de axé Mirage, à época famosa na região. “Foi muito bom, me diverti, dancei e cantei”, conta.

O amor pelo Axé não é para menos. Filha de pais apaixonados pelo Carnaval, cresceu frequentando todas as edições da folia em sua terra natal. “Tinha as festas de clube, as fanfarras e charangas, mas também tinha muito trio elétrico, com as melhores bandas. A gente não perdia uma”, recorda Larissa. Ela até hoje é carnavalesca: curte, sempre que pode, a pipoca, blocos e camarotes da festa tanto em Juazeiro, quanto em Salvador.

“Eu gosto de Carnaval, porque é um momento de liberdade, alegria e expressão. É quando a música, as cores e as pessoas se misturam em uma energia única, quase mágica. Para mim, a festa representa a celebração da vida, da cultura e da criatividade, e o Carnaval da Bahia simboliza a força do povo baiano e a beleza da diversidade”, define Larissa.

“As portas da experiência”: um projeto criado por jovens para os jovens

Os eventos de prototipação do “Trilhos do Desenvolvimento” seguem a todo vapor. Nesta fase, os grupos vencedores contam com suporte técnico e aporte financeiro da BAMIN para viabilizar a estruturação e os testes das ideias.

No dia 6 de fevereiro, a Associação Cidade Nova, em Jequié, sediou a apresentação do projeto “As portas da experiência”, vencedor do Lote 2, reunindo mais de 40 pessoas. A iniciativa busca qualificar jovens para o mercado de trabalho, oferecendo oficinas práticas, palestras e mentorias sobre comunicação, networking, elaboração de currículos e empreendedorismo.

“Um dos nossos objetivos é proporcionar experiências que ajudem os jovens a entender como elaborar um currículo, se portar em entrevistas e identificar caminhos para alcançar suas metas profissionais. Acreditamos que esse conhecimento pode abrir portas importantes para o futuro deles”, afirmou Carolina Mendes Limeira, integrante do grupo idealizador.

Ela também destacou a participação ativa dos jovens e a troca de experiência durante o evento. “Foi um momento enriquecedor porque, além das palestras e das dicas práticas, pudemos ouvir as dúvidas e os desafios enfrentados por cada um. Queremos que eles sintam que há oportunidades e que, com esforço e preparação, podem alcançar o que desejam”, acrescentou Carolina.

O “Trilhos do Desenvolvimento” reforça o compromisso da BAMIN com os desafios socioeconômicos das regiões por onde passará o trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1).  Marcelo Dultra, Gerente Geral de Sustentabilidade da BAMIN, destacou a importância do projeto vencedor do Lote 2. “Capacitar os jovens e oferecer suporte para que permaneçam e se desenvolvam em suas cidades contribui diretamente para um resultado econômico e social positivo na região. Ao investir nesses talentos, estamos ajudando a construir um futuro mais promissor e sustentável para todos”, afirmou.

Sobre o Trilhos do Desenvolvimento

O Trilhos do Desenvolvimento é um projeto da BAMIN que tem como principal objetivo engajar jovens das cidades ao longo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL 1) na busca por soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios socioambientais locais. Divididos entre os quatro lotes por onde a ferrovia irá passar, representados pelas cidades de Caetité, Jequié, Tanhaçu e Uruçuca, o Trilhos do Desenvolvimento oferece mentorias, palestras e ferramentas para que os participantes identifiquem problemas de suas comunidades e proponham iniciativas que gerem resultados positivos em suas comunidades. Com temas que vão desde a cadeia produtiva do cacau até a escassez de água, o Trilhos do Desenvolvimento busca fortalecer o protagonismo juvenil e promover mudanças sustentáveis nas regiões participantes.

Este projeto é realizado em atendimento à condicionante “Programa de Educação Ambiental” da licença ambiental federal do empreendimento Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL-1) – Processo Administrativo de número 0200.1021803/2021-56, conduzido pelo IBAMA.

Com apoio da BAMIN, apicultores de Pindaí conquistam Selo de Inspeção Municipal

(Foto Divulgação/BAMIN)

A Associação Regional dos Criadores de Abelhas Lagoinha (ACRIAL), localizada em Pindaí (BA), obteve o Selo de Inspeção Municipal (S.I.M.) durante a Expo Alto Sertão, realizada entre 7 e 9 de fevereiro, em Caetité (BA). Com a certificação, a associação poderá comercializar seus produtos em feiras, comércios e supermercados nos 17 municípios que compõem o território do alto sertão baiano.

A conquista tem a contribuição da BAMIN, que acompanha a ACRIAL desde 2010, por meio do Projeto Transformar. A iniciativa visa fortalecer grupos produtivos locais, oferecendo capacitação técnica e promovendo o desenvolvimento sustentável. Como parte do processo para obtenção do S.I.M., os apicultores participaram do Curso de Boas Práticas e Fabricação de Mel, realizado nos dias 28 e 29 de janeiro, com o objetivo de aprimorar conhecimentos técnicos e garantir conformidade com os padrões exigidos.

A Expo Alto Sertão reuniu representantes municipais, estaduais e federais, incluindo deputados, os prefeitos de Caetité e Pindaí, o presidente do Consórcio Alto Sertão e membros da Secretaria de Desenvolvimento Rural e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Durante o evento, o presidente da ACRIAL, Germino Barbosa, destacou a importância da certificação. “Essa conquista é fundamental para nós, pois facilitará o escoamento do nosso produto em toda a região”, afirmou.

Para Ana Paula Dias, coordenadora de Relacionamento com Comunidades da BAMIN, a certificação reforça o compromisso da empresa com o fortalecimento econômico local. “O Projeto Transformar vai além do investimento financeiro. Trabalhamos para capacitar e estruturar associações como a ACRIAL, permitindo que cresçam de forma autônoma e sustentável”, destacou.

Sobre o Projeto Transformar

O Projeto Transformar é uma iniciativa social da BAMIN, executada pela empresa de Consultoria 3º Setor e Projetos Sociais, que visa o fortalecimento de grupos produtivos através das Associações e/ou Cooperativas, provendo capacitação, gerando emprego e renda. Iniciado em 2010, o projeto segue impulsionando o desenvolvimento socioeconômico de grupos produtivos locais, fortalecendo as potencialidades e o crescimento de forma sustentável.

Fórum de Saúde e Segurança capacita lideranças das contratadas no projeto integrado BAMIN

Em mais um evento da agenda de Saúde e Segurança Ocupacional da BAMIN, no final do mês de janeiro, gerentes de contrato, engenheiros, supervisores e coordenadores de empresas ligadas à implantação e manutenção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL 1, estiveram reunidos no escritório da empresa, em Jequié – BA, para um momento de integração e capacitação, o Fórum de Saúde e Segurança.

Conduzido pelos times de implantação e de saúde e segurança, o encontro abordou um conteúdo amplo sobre aspectos comportamentais, organizacionais e a curva de maturidade da cultura de segurança da companhia. Além da reflexão e compartilhamento de experiências, um plano de ação foi construído com base em metodologias internacionais, como o Human and Organizational Performance (HOP) e a curva de Bradley.

“Nosso objetivo é levar para as essas lideranças um olhar cada vez mais próximo da estratégia da BAMIN e garantir um ambiente capaz de conciliar excelência em saúde e segurança com o bom desempenho nas entregas”, comentou Alexandre Umemura, Gerente de Saúde e Segurança da BAMIN. Os participantes foram divididos em grupos para discutir melhorias na gestão e nos processos da área e puderam contribuir com a consolidação do plano de ação que já será executado nos próximos meses.

Caetité celebra a agricultura familiar com o Festival do Pequi e a Expo Sertão

Quem vive da produção do campo sabe o quanto os eventos dedicados à agricultura e à pecuária são importantes para a geração de renda, divulgação de seus trabalhos e preservação de sua cultura. Iniciativas como a 1ª Edição da Expo Sertão e o Festival do Pequi, realizadas neste final de semana em Caetité.

 

Nesta sexta à noite, a partir das 18h, até a noite do domingo (9), a produção do campo será a protagonista da primeira Expo Sertão de Caetité, no estacionamento da Praça da Juventude. No local, muito queijo, mel, leite e carne de empreendimentos dos 18 municípios que compõem o Consórcio Alto Sertão estarão disponíveis para a degustação e comércio. O espaço também terá artesanato, vila gastronômica e empresas de tecnologia apresentando soluções para a agricultura familiar.

Na programação, shows de artistas locais e oficinas com várias temáticas para o público da agricultura familiar. “É um evento educativo-formativo, muito importante principalmente por proporcionar a troca de experiência entre os empreendedores do consórcio, ao mesmo tempo em que permite que a população conheça o trabalho deles”, avalia um dos organizadores da Expo Sertão, o professor Anderson Públio.

 

 

Festival do Pequi | Fruto símbolo de Caetité e Região

Idealizado pelo radialista da Rádio Educadora, Luiz Benevides, o Festival do Pequi surgiu modestamente, apenas como uma feira no centro da cidade, acompanhada de um serviço de som. “Foi uma iniciativa própria, para incentivar a proteção dos pequizeiros, tão necessários para a economia familiar”, explica o comunicador sobre o que motivou a decisão.

A feira cresceu e se transformou em uma linda festa, importante tanto por estimular a preservação ambiental, quanto a economia circular. Neste ano foi realizada na manhã da sexta-feira (7), na Praça do Mercado, com a participação de cerca de 30 barracas com trabalhos de artesãos locais, gastronomia com o melhor do pequi e muita informação acerca da fruta. Tudo isso ao som de violeiros, que se apresentaram ao longo de todo o festival.

Mais de 800 pessoas participaram do evento, entre moradores de Caetité e de outros municípios, a exemplo de Lagoa Real, Guanambi e Igaporã. Na ocasião, foram distribuídas mudas de cagaiteiras, jabuticabeiras, umbuzeiros, pés de ipê e de mulungu, além, claro, de pequizeiros, doadas pelo Centro de Conservação Pedra de Ferro, da BAMIN.

Não foi à toa que o pequi ganhou um evento inteirinho em sua homenagem. É um fruto típico do Cerrado. Dele, nada se perde: serve como adubo, de alimento para os animais e para a produção de óleo. É também um potente ingrediente gastronômico, empregado em diversos pratos culinários. Um símbolo de Caetité e região.

 

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